Vantagens e desvantagens dos sistemas econômicos

Os sistemas Capitalista e Socialista focaram inicialmente suas atenções no “capital” e no “trabalho” que os indivíduos poderiam produzir, acreditando que a regulação dos bens produzidos ocorreria pelo próprio mercado ou pelo controle dos governos. Entretanto, o aspecto mais fundamental de todos não foi devidamente observado pelas duas teorias: o indivíduo que produz o capital e o trabalho.

Como as teorias eram econômicas e não psicológicas ou sociológicas, os seus idealizadores acreditavam que a livre concorrência ou o controle estatal seriam suficientes para estabilizar as economias de ambos os sistemas. E com isso criaram-se duas teorias esquizoides e anencefálicas: esquizoides, porque se dividiram em “capital” OU “trabalho”; “livre iniciativa” OU “controle estatal”; “aumento das riquezas” OU “aumento das igualdades”… anencefálicos porque eliminaram justamente a cabeça pensante e desejante do homem que produz o capital e o trabalho, sem considerar suas condições humanas, biológicas, sociais e instintivas básicas.

Para observamos historicamente a presença do Socialismo e do Capitalismo no mundo basta dar uma olhada neste site do The Guardian, que mostra 40 anos de ambos os sistemas “pipocando” nos países europeus e que, apesar de tudo isso, a Europa ainda está à beira de um colapso econômico fragoroso: http://www.guardian.co.uk/world/interactive/2011/jul/28/europe-politics-interactive-map-left-right. Este infográfico mostra, de forma evidente, que a solução não está em nenhum dos dois sistemas, já que eles mudam na tentativa de que o “diferente seja melhor”, mas sempre levando a economia para uma crise cada vez mais profunda!

 Observando os sistemas econômicos vigentes, vamos dar uma olhada em suas vantagens e desvantagens:

O Capitalismo prioriza e enfatiza o individualismo e a capacidade de cada pessoa em produzir a riqueza que for capaz de obter; o Socialismo prioriza e enfatiza a igualdade econômica entre todos os indivíduos, sob a supervisão do Estado. O Capitalismo permite um crescimento econômico muito maior que o Socialismo porque estimula a ambição e a livre concorrência de mercado, aumentando a produção e o consumo dos produtos. O Socialismo permite um crescimento econômico mais homogêneo, sem desigualdades econômicas imensas e desumanas, mas também regula este crescimento por baixo, já que divide e iguala as riquezas obtidas pelo trabalho de todos. O Capitalismo valoriza o potencial diferencial de cada cidadão e o Socialismo valoriza a igualdade pela humanidade. O Capitalismo descentraliza a economia através da lei de oferta e procura e pela livre concorrência, mas também abre espaço para os sociopatas dominarem a mídia e o mercado e abusarem das posições que ocupam no Estado. O Socialismo traria para o Estado um controle dos conflitos de classes e dos indivíduos, além de proporcionar e controlar a saúde, educação e segurança coletivas.

Além de tudo isso, o ponto mais importante é que os teóricos desconheciam um detalhe fundamental da história humana: os sociopatas! Como vimos nas páginas anteriores, não foram os teóricos que governaram em nome dos dois sistemas, mas os sociopatas-alfa, muito bem estimulados pelo vaidoso discurso do vencedor liberal capitalista e pelas loucuras dos ditadores sanguinários das bandeiras socialistas.

O ser humano é um ser extremamente complexo que se expressa nas áreas biológica, psicológica, social, ambiental e espiritual e todas as teorias deveriam estar voltadas para este indivíduo, que tanto produz capital e trabalho, quanto também produz arte, lazer, dor, amor, guerra, amizade, etc… Embora sejamos todos humanos, cada um se expressa de uma forma particular dentro de sua própria natureza. Pelos antigos gregos, os quatro temperamentos buscam quatro coisas diferentes: o Amor, para o melancólicos; a Experiência, para os sanguíneos; a Segurança, para os fleumáticos e o Poder, para os coléricos. Jung diferenciava os seres humanos em quatro tipos básicos de acordo com suas funções mentais dominantes: Pensamento, Sentimento, Sensação e Intuição, cada um usando uma destas funções mais fortemente do que as outras. Reich classificava as pessoas pelas suas estruturas principais de caráter: esquizoide, oral, masoquista, rígido e psicopata. Cada uma destas naturezas, embora moldadas pela cultura em que vivem, continuam expressando particularidades e peculiaridades de cada estrutura específica.

A humanidade passou por quatro grandes períodos sociais, a saber: 1. Caçadores-coletores: Desde a origem da humanidade até o início do assentamento em aldeias, o homem emigrou atrás de alimentos e colonizou todo o nosso planeta. Neste longo período apenas se produziam artefatos de caça e vestimenta e mais tarde utensílios de cozinha e religiosos. Aqui não havia comércio nem propriedade. 2. Com o aumento das populações e menores dificuldades climáticas e geográficas, o homem se assentou em aldeias e passou a ser caçador-coletor e pastor, criando pequenos animais e usando suas carnes, peles e leites. Começam as trocas como escambos e barganhas, mas não existe ainda nenhum sistema político ou econômico definido. 3. Após o domínio da agricultura estas aldeias se estabeleceram e cresceram criando as cidades, quando também surgiram as classes sociais (escravos; trabalhadores: artesãos, pastores e agricultores; comerciantes; clérigos e políticos) e as leis políticas e econômicas, até o final do feudalismo e do mercantilismo. 4. Surge então a Revolução Industrial na Inglaterra do século XVIII, que se espalha pelo mundo e gera os conceitos de liberalismo/capitalismo e socialismo/comunismo, produzindo além destas teorias econômicas o feminismo, o sedentarismo, o estresse social, a poluição e o aquecimento global até os dias de hoje, em um mundo que luta há anos para não cair num colapso econômico total!

Adam Smith e Karl Marx erraram no mesmo ponto nevrálgico: o conceito “ideal” de economia! Smith acreditava que pela “lei da barganha” aonde todos querem o melhor para si, o mercado funcionaria automaticamente como se houvesse uma “mão invisível” ajeitando tudo. Já Marx imaginava uma sociedade sem classes sociais que não precisaria de um governo mas somente de uma administração conduzida pelo partido comunista que também chegaria ao seu final pela total ausência de discordâncias e de criminalidades. Aonde surge a fragilidade destas teorias? Na ausência do conceito do sociopata-alfa!

Como seu contemporâneo Jean-Jacques Rousseau, Adam Smith admitia que os motivos dos seres humanos eram em parte benevolentes e em parte por interesses próprios, mas considerando-se que este último era um impulso mais forte que o primeiro, o estudo do comportamento humano deveria ser abalizado pelo amor-próprio, ou individualismo. Em A Riqueza das Nações, Smith escreve:

“Ninguém jamais viu um cachorro fazer uma troca justa e deliberada de um osso por outro, com um segundo cachorro. Ninguém jamais viu um animal dando entender a outro, através de gestos ou gritos naturais: isto é meu, isto é teu, estou disposto a trocar isto por aquilo. Quando um animal deseja obter alguma coisa, de uma pessoa ou de outro animal, não dispõe de outro meio de persuasão a não ser conseguir o favor daqueles de quem necessita ajuda. Um filhote acaricia e lisonjeia sua mãe, e um spaniel faz um sem número de mesuras e demonstrações para atrair a atenção de seu dono que está jantando, quando deseja receber comida.” 1

Ora, qualquer pessoa que conheça um pouco o comportamento animal sabe que isto só acontece do animal beta em relação ao alfa; porque no sentido contrário, o alfa toma, rouba ou se apropria à força do que ele deseja e o beta se submete, passivamente. E precisamente aí reside sua ingenuidade no conceito de mercado:

“Às vezes o homem usa o mesmo estratagema com seus semelhantes, e quando não tem outro recurso para induzi-los a atenderem a seus desejos, tenta por todos os meios servis atingir este objetivo. Todavia, não terá tempo para fazer isso em todas as ocasiões. Numa sociedade civilizada, o homem a todo momento necessita da ajuda e cooperação de grandes multidões, e sua vida inteira mal seria suficiente para conquistar a amizade de algumas pessoas.” 2

Como já vimos anteriormente, esta teoria só daria certo se todos os seres humanos fossem machos e fêmeas betas, bondosos e servis; mas infelizmente existem os 4% de sociopatas-alfa que não conseguem o que querem pela lisonja, persuasão ou submissão: eles tomam para si qualquer coisa que quiserem, sem negociar nem pedir permissão!

Na entrega do Prêmio Nobel de Economia de 2007 para 03 ganhadores (Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson), a Real Academia Sueca de Ciências disse:

“A clássica metáfora de Adam Smith sobre a mão invisível refere-se a como o mercado, sob condições ideais, garante uma alocação eficiente de recursos escassos. Mas, na prática, as condições normalmente não são ideais. Por exemplo, a competição não é completamente livre, os consumidores não são perfeitamente informados e a produção e o consumo desejáveis privadamente podem gerar custos e benefícios sociais”. 3

O próprio Adam Smith viu na formação de monopólios apoiados por um Estado intervencionista como um dos perigos ao funcionamento da economia de mercado.

Joseph E. Stiglitz também discorda do equilíbrio da “mão invisível” de Smith:

“As teorias que eu, e outros, desenvolvemos explicaram porque os mercados livres frequentemente não só não conduzem à justiça social, mas também nem sequer produzem resultados eficientes. É interessante notar que não tenha havido um debate intelectual à (minha) refutação da mão invisível de Adam Smith: indivíduos e empresas, na busca de seu auto-interesse, não são necessariamente, ou em geral, conduzidos por uma mão invisível rumo à eficiência econômica.” 4

Para corroborar minha teoria do sociopata-alfa (como vimos nas páginas anteriores), entre as dez profissões onde mais existem psicopatas, quatro estão diretamente relacionadas com a mídia e o marketing: CEOs, profissionais da mídia, vendedores e jornalistas! A “mão invisível” de Smith que seria controlada pelo interesse mútuo de todos os cidadãos é conspurcada pela intervenção do sociopata que quer o poder a qualquer preço e como no sistema capitalista este poder é representado pelo capital e pela política, aí os encontramos profusamente manipulando as massas.

Já em Marx a distorção da realidade acontece quanto ele estuda a questão do Estado, a luta de classes e o fim do político!

Sabemos que Marx concorda com o conceito de Hegel acerca da sociedade civil: A sociedade civil é, portanto, o reino do egoísmo, do individualismo, do particularismo estreito, da miséria física e moral. O homem busca, enquanto um particular no seio da sociedade civil, a satisfação dos seus desejos particulares, sem levar em consideração os desejos dos outros homens.

Nada melhor para definir um sociopata, como visto anteriormente; a falha filosófica aqui é considerar que todos os seres humanos são intrinsecamente egoístas e individualistas (ou seja, basicamente sociopatas).

A ruptura de Marx em relação ao pensamento de Hegel se dá justamente na noção do Estado.

Para Hegel, o Estado “é o que existe; é a vida real e ética, pois ele é a unidade do querer universal, essencial, e do querer subjetivo – e isso é a moralidade objetiva. O indivíduo que vive nessa unidade possui uma vida ética, tem um valor que existe nessa substancialidade. 5

Já para Marx, o conceito de Estado só existe em função de outro conceito inventado por ele: o da luta das classes – o Estado seria apenas um instrumento utilizado pela classe dominante para ocultar o antagonismo de classes e legitimar o modo de produção. Além disso, a classe dominante, ao fazer uso do Estado como instrumento, torna-se não somente a classe economicamente dominante, mas também a classe politicamente dominante. Marx chega mesmo a dizer que “o executivo no Estado moderno não é senão um comitê para gerir os negócios comuns de toda a classe burguesa”.

E o que seria esta “classe dominante”, senão os sociopatas-alfa?

Já no início do Capítulo I do Manifesto do Partido Comunista, Marx inconsciente traz o conceito do sociopata-alfa para a história, mas de forma distorcida:

“A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história de lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, mestre de corporação e companheiro, numa palavra, opressores e oprimidos, em constante oposição, têm vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora disfarçada; uma guerra que terminou sempre, ou por uma transformação revolucionária, da sociedade inteira, ou pela destruição das duas classes em luta.” 6

Ao criar o mito da luta de classes, Marx justifica toda a sua teoria de opressão do proletariado e construção do Estado, propondo que os oprimidos façam a revolução e tomem o Estado em suas mãos, para depois destruí-lo! Em uma carta escrita para Weydemeyer (1852), Marx define claramente o seu horizonte político:

“Ora, no que me diz respeito, não sou eu que tenho o mérito de ter descoberto nem a existência das classes na sociedade moderna, nem a luta delas entre si […]. A novidade de meu trabalho consistiu em demonstrar: (1) que a existência das classes está exclusivamente ligada a fases históricas determinadas do desenvolvimento da produção; (2) que a luta de classes conduz necessariamente à ditadura do proletariado; (3) que esta mesma ditadura representa apenas uma transição para a abolição de todas as classes e para uma sociedade sem classes.” 7

Sendo assim, Marx acreditava que o desenvolvimento histórico da humanidade aconteceria em dois tempos:

  1. A expropriação dos expropiadores e a organização da economia pelos produtores associados: é a perspectiva de O Capital;
  2. A transformação revolucionária da sociedade de classes em sociedade comunista sem classes e sem Estado, passando por uma fase intermediária de um Estado que é apenas a “ditadura revolucionária do proletariado”. 8

Como Marx não previu a existência do sociopata-alfa fazendo a “opressão dos oprimidos”, mas apenas a “opressão dos burgueses” a chamada “ditadura revolucionária do proletariado” nunca acabou nos países que fizeram as revoluções socialistas (Cuba, China, Rússia, Coréia do Norte, etc.)! O que aconteceu é que aqueles revolucionários se tornaram ditadores frios, sanguinários e impiedosos, como os psicopatas citados em listas anteriores, dominando e matando milhões de indivíduos que estavam sob seus jugos insanos e psicopáticos!

Podemos compreender agora porque o Capitalismo e o Socialismo têm ambos, aspectos positivos e negativos, mas que independente destas polaridades os dois sistemas acabam sempre dando errado: 1. Pela “mão invisível” dos sociopatas-alfa que controlam o mercado através da mídia e dos planos de governo que geram necessidades cada vez mais amplas e inalcançáveis para as pessoas em geral; 2. Pela opressão e ditadura dos sociopatas-alfa na “ditadura revolucionária do proletariado”, que nunca mais sai do poder e destrói todos aqueles que se opuserem às suas insanidades.

Portanto, minha teoria diz que é impossível qualquer sistema político ou econômico dar certo enquanto os sociopatas-alfa estiverem no poder. O povo (96% da humanidade) sempre será manipulado pelas mentiras das bandeiras socialistas e capitalistas do mundo, criadas e alimentadas pelos sociopatas já descritos. Por isso muitas crenças paranoides descrevem um “governo oculto do mundo”, dominado por famílias judias ou por “alienígenas draconianos homófagos”. Mas tudo fica mais fácil de compreender (e mais realista também) se percebermos que estas “forças ocultas” não são coesas, porque são do Mal; mas são poderosas porque são produzidas pelos 4% de sociopatas da humanidade!

Por isso também ambas as teorias são utópicas e desequilibradas: o futuro sistema político do mundo deverá necessariamente ser de centro, humano, democrático e voltado exclusivamente para o bem-estar do seu povo; afinal, a Democracia não é o sistema de governo “do povo, pelo povo e para o povo”? Qualquer sistema de governo que priorize o capital ou o trabalho desvirtua e desvia o objetivo do voto de cada cidadão: o de que o seu representante votado aja para visando o bem estar do próprio votante.

Lênin escreve no capítulo III de O Estado e a Revolução:

“Para manter um poder público separado da sociedade e situado acima dela, são necessários os impostos e uma dívida pública. Investidos do poder público e do direito de cobrança dos impostos – escreve Engels; – os funcionários, considerados como órgãos da sociedade, são colocados acima da sociedade. O respeito livre, voluntário, de que eram cercados os órgãos da sociedade patriarcal (do clã) já lhes não bastaria, mesmo que pudessem adquiri-lo. Fazem-se leis sobre a “santidade” e “inviolabilidade” dos funcionários. “O mais insignificante agente de polícia” tem mais “autoridade” que os representantes do clã; mas, o chefe militar de um país civilizado poderia invejar um chefe de clã, que a sociedade patriarcal cercava de um respeito “voluntário e não imposto pelo cacete”. Surge, agora, a questão da situação privilegiada dos funcionários como órgãos do poder público. O ponto essencial é este: que é que os coloca acima da sociedade?” 9

Justamente aqui entra a terceira fase da minha teoria: o povo tem que organizar em conselhos regionais de amplitudes diversas (bairros, cidades, estados e país) para observar, controlar e divulgar todos os movimentos e projetos dos governos, numa total transparência em tempo real. Sendo assim, um vereador não apresentaria um projeto de lei imediatamente para a Câmara dos Vereadores, mas antes para o Conselho do Bairro que aprovaria ou não a sua apresentação para a Câmara. Afinal, ali estão todos os representantes do povo e tudo deve ser produzido em função deste mesmo povo. A nível das cidades, além dos Conselhos, o povo teria como arma o voto direto, como descrito anteriormente no “Voto Livre” em https://drpaulomaciel.wordpress.com/sobre/mundo-louco/as-ideologias-em-crise/a-terceira-via/. Estes conselhos se estenderiam para todos os âmbitos regionais, até o nível estadual e nacional.

Nesta fase da teoria, os sociopatas-alfa já estariam identificados, reconhecidos e retirados dos poderes do Estado. Isto acabaria com a ideia de Lenin de um “governo acima da sociedade” que sacrificaria o seu povo (para o qual ele trabalha), defendendo suas ideologias esquizoides de Direita ou Esquerda, extorquindo o povo com pesados impostos para sustentar sua estrutura pública ou abusando do poder que lhe é concedido para satisfação da sua sociopatia (lavagem de dinheiro público, formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, gestão fraudulenta, evasão de divisas, crime de peculato, desvio de recursos de obras públicas, envio ilegal de dinheiro ao exterior, crime contra a administração pública 10).

Fontes: 

  1. Adam Smith, A Riqueza Das Nações – Capítulo II: O princípio que dá origem à divisão do trabalho.
  2. Ibidem.
  3. http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2007/10/15/ult27u63147.jhtm.
  4. STIGLITZ, Joseph E. The pact with the devil. Beppe Grillo’s Friends interview
  5. Hegel, Georg Wilhelm Friedrich – Filosofia da História, segunda edição, Brasília, ed: Unb, 1995 p.39.
  6. Karl Marx e Friedrich Engels, Manifesto Do Partido Comunista. Cap. I: Burgueses e proletários.
  7. Collin Denis, Compreender Marx, 2008, Ed. Vozes, 2ª Ed., p. 251.
  8. Ibidem, p 252.
  9. Lenin, Vladimir, O Estado e a Revolução, Cap. 3. O Estado, Instrumento de Exploração da Classe Oprimida.
  10. Silva, Ana B. B., Mentes Perigosas – O psicopata mora ao lado; 2008, p 102.

 

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: